O processo psicoterapêutico consiste em um acompanhamento científico individualizado, realizado por meio de sessões de conversação terapêutica, oferecendo um espaço ético, sigiloso e acolhedor para compreensão e superação das dificuldades emocionais, conflitos pessoais, sofrimentos psicológicos e desafios existenciais vividos por cada sujeito em sua vida concreta de relações.
O processo psicoterapêutico tem por objetivo auxiliar na superação dos impasses psicologicos como ansiedade, angústia, insegurança, depressão, crises emocionais, baixa autoestima, estresse, medo, dificuldades de socialização, timidez, conflitos familiares, relacionamentos afetivos, sobrecarga emocional, dificuldades profissionais, sensação de vazio, sofrimento existencial e momentos de instabilidade psicológica e emocional.
Muitos sofrimentos surgem diante de situações circunstanciais da vida, como perdas, separações, frustrações, mudanças bruscas, conflitos familiares ou momentos em que a pessoa sente que suas possibilidades de existir se tornaram limitadas. Em outros casos, existem impasses mais profundos e persistentes, ligados à própria constituição da personalidade, aos modos de relação construídos ao longo da história e às experiências fundamentais que marcaram sua existência.
A psicoterapia fenomenológica existencialista busca acolher de forma segura e compreender rigorosamente como essas formas de sofrimento foram sendo constituídas. O objetivo do processo terapêutico não é encaixar o sujeito em classificações abstratas, mas compreender quem ele é, como se constituiu, quais impasses atravessam sua existência e quais possibilidades de transformação podem emergir a partir dessa compreensão.
Nesse processo, o sujeito não é reduzido a um diagnóstico. Ele é compreendido como um ser humano em constante constituição, capaz de elaborar sua história, ressignificar suas relações e construir novas possibilidades de existir de maneira menos alienada, consciente e integrada à própria realidade.
Nosso trabalho clínico parte da compreensão de que o sofrimento humano não pode ser reduzido a sintomas isolados ou classificações fixas. Por isso, quando necessário, o trabalho clínico articula-se de forma interdisciplinar com profissionais de outras áreas, buscando considerar o sujeito em sua totalidade e favorecer intervenções mais amplas, responsáveis e coerentes com sua realidade. Cada experiência é compreendida em sua história, em sua situação e nas possibilidades de existência que ainda podem ser construídas. A psicologia, nesse sentido, torna-se um espaço de verificação, compreensão e abertura de futuro.
A psicoterapia com adultos, orientada pela Psicologia Fenomenológica Existencialista, busca compreender rigorosamente os processos psicológicos ligados à constituição da personalidade, às formas de relação e aos impasses existenciais que atravessam a vida do sujeito em sua realidade concreta. O trabalho clínico parte da compreensão de que o sofrimento psíquico não surge de maneira isolada, mas é constituído ao longo da história de vida, nas relações afetivas, familiares, sociais, profissionais e nas experiências fundamentais que moldam a maneira como cada pessoa passa a existir no mundo.
A psicologia fenomenológico-existencial compreende que o sofrimento psíquico não possui uma única origem nem uma única forma de manifestação. Existem sofrimentos ligados a situações circunstanciais e reativas da vida; como lutos, separações, crises afetivas, sobrecargas emocionais, frustrações profundas, conflitos familiares, esgotamento profissional ou momentos em que o sujeito percebe seus projetos e possibilidades existenciais tornarem-se inviabilizados diante de determinadas condições concretas. Nessas situações, o sofrimento aparece como expressão de um impasse vivido na relação entre sujeito e mundo.
Entretanto, existem também formas de sofrimento mais persistentes e estruturalmente organizadas, ligadas à constituição da personalidade e às formas de funcionamento emocional desenvolvidas ao longo da existência. Nesses casos, certos padrões de relação, inseguranças profundas, modos de reagir emocionalmente, conflitos afetivos, compulsões, paralisações, exigências internas ou dificuldades existenciais passam a repetir-se continuamente ao longo da vida, restringindo gradualmente as possibilidades concretas do sujeito. Muitas vezes, a pessoa sente-se aprisionada em formas de ser que parecem inevitáveis, como se estivesse condenada a repetir indefinidamente os mesmos conflitos e sofrimentos.
O processo psicoterapêutico busca acolher, compreender e intervir sobre essas formas de sofrimento a partir da singularidade de cada caso. A investigação clínica procura compreender como o sujeito se relaciona consigo mesmo, com os outros, com o corpo, com o trabalho, com os afetos, com suas escolhas e com suas possibilidades futuras. O objetivo não é simplesmente eliminar sintomas de forma superficial, mas compreender a organização existencial que possibilitou o surgimento daquele sofrimento naquela forma específica.
A partir dessa compreensão, torna-se possível construir intervenções clínicas mais seguras, assertivas e fundamentadas, favorecendo maior clareza emocional, fortalecimento da capacidade de posicionamento diante da própria vida e ampliação das possibilidades concretas de ação no mundo.
Quando necessário, o acompanhamento clínico também pode incluir acompanhamento terapêutico, sessões emergenciais e intervenções para além do espaço convencional da psicoterapia. Em determinadas situações, certos impasses emocionais, crises, reorganizações existenciais ou dificuldades concretas da vida cotidiana exigem uma atuação clínica ampliada, capaz de oferecer maior sustentação ao sujeito em momentos específicos de sua trajetória. Essas intervenções são conduzidas de forma ética, rigorosa e cuidadosamente avaliadas conforme a singularidade de cada caso, buscando oferecer suporte clínico adequado às necessidades reais apresentadas pelo paciente.
Atendimentos na modalidade presencial em Joinville-SC e atendimentos on-line.
A psicoterapia com adolescentes, orientada pela Psicologia Fenomenológica Existencialista, compreende a adolescência como um período decisivo na constituição da personalidade e na intensificação da experiência singular no mundo. Trata-se de uma fase marcada por profundas transformações emocionais, corporais, afetivas, sociais e existenciais, em que o adolescente passa a confrontar de maneira mais intensa questões relacionadas à si-mesmo, pertencimento, reconhecimento, liberdade, futuro e construção de um projeto-de-ser.
Nesse período, o adolescente projeta-se de forma mais radical em direção às suas possibilidades de ser. Muitas vezes, vive determinadas experiências de maneira absoluta e ultilizando das mediações ao seu alcance para se apropriar dessas experiências, elaborando certezas rígidas sobre si, inseguranças profundas, sentimentos de inadequação, necessidade intensa de reconhecimento, conflitos familiares, dificuldades relacionais, sofrimento com a própria imagem, exigências sociais, medo de rejeição, isolamento, ansiedade ou sensação de não pertencimento. Ao mesmo tempo, ainda está em processo de constituição emocional, afetiva e existencial, construindo compreensões sobre quem é, quem deseja ser e qual lugar ocupa no mundo.
A Psicologia Fenomenológica Existencialista compreende que esses processos não surgem de forma isolada. O adolescente vivencia, elabora e se apropria de suas experiências dentro de relações familiares, sociais, culturais e históricas concretas. As formas de reconhecimento, as exigências do meio, os vínculos afetivos, os conflitos vividos, as experiências escolares, sociais e familiares participam diretamente da constituição de sua personalidade, de seus posicionamentos e de suas formas de relação consigo mesmo e com os outros.
Por isso, o trabalho psicoterapêutico busca investigar rigorosamente como determinados impasses emocionais e existenciais vêm sendo constituídos nesse momento da vida. Existe um método clínico voltado à compreensão dos fenômenos psíquicos em sua singularidade, permitindo compreender como certos sofrimentos, inseguranças, conflitos ou padrões de funcionamento aparecem, quais sentidos assumem e quais condições concretas sustentam sua permanência.
A adolescência é uma fase crucial porque muitos posicionamentos existenciais, formas de relação e compreensões de si podem se consolidar nesse período e atravessar a vida adulta de maneira significativa. O processo terapêutico busca justamente acompanhar, compreender e reestruturar esses movimentos, favorecendo maior clareza emocional, fortalecimento da autonomia, ampliação das possibilidades de ação e desenvolvimento mais consistente da relação do adolescente consigo mesmo, com os outros e com seu próprio futuro.
Nessa perspectiva, o adolescente não é reduzido a comportamentos problemáticos ou diagnósticos fixos. Ele é compreendido como um sujeito em constituição, atravessado por conflitos, possibilidades, contradições e experiências que precisam ser compreendidas dentro da realidade concreta de sua situação existencial.
Além do processo psicoterapêutico em consultório, o acompanhamento clínico pode incluir acompanhamento terapêutico em contextos específicos quando houver demandas que ultrapassem o espaço tradicional da sessão. Em determinadas situações, podem ser realizadas intervenções clínicas complementares, sessões emergenciais ou acompanhamentos voltados à mediação de crises, dificuldades relacionais, escolares, familiares ou situações concretas que exijam maior sustentação clínica fora do setting terapêutico convencional. Cada intervenção é avaliada de maneira rigorosa e singular, conforme as necessidades reais do adolescente e as condições concretas envolvidas em cada caso. Importante destacar o trabalho interdiscliplinar realizado com outras áreas do conhecimento quando se faz necessário para viabilização do caso.
Atendimentos na modalidade presencial em Joinville-SC e atendimentos on-line.
O trabalho realizado com atletas, sejam eles profissionais, amadores ou não-profissionais, orientado pela Psicologia Fenomenológica Existencialista, compreende que o desempenho no esporte praticado não pode ser reduzido apenas à preparação física, técnica ou tática. O atleta é entendido como um sujeito concreto, inserido em relações, exigências, expectativas, histórias e contextos específicos que atravessam diretamente sua forma de treinar, competir, lidar com o próprio corpo e sustentar seu projeto esportivo ao longo do tempo, como por exemplo atletas amadores e não competitivos.
Nessa perspectiva, o trabalho psicológico busca investigar rigorosamente os processos psíquicos que participam da experiência esportiva. Através do processo psicoterapêutico, torna-se possível verificar e compreender impasses emocionais, afetivos e existenciais que podem estar atuando no contexto de treinamento, nas relações profissionais, nas atmosferas competitivas, nas relações com técnicos, equipes, resultados, lesões, encerramento de carreira profissional, cobranças externas e também na relação do atleta consigo mesmo.
Muitas vezes, determinados modos de funcionamento emocional acabam sendo constituídos ao longo da história do sujeito e passam a influenciar diretamente sua experiência esportiva. Expectativas excessivas, medo de falhar, insegurança, necessidade constante de desempenho, autocobrança extrema, dificuldade em lidar com frustrações, oscilações emocionais, sensação de incapacidade, bloqueios competitivos, esgotamento psicológico ou dificuldades no retorno pós-lesão podem expressar formas mais profundas de organização da existência que atravessam o modo como o atleta se posiciona diante do futuro, da performance e de si próprio.
A Psicologia Fenomenológica Existencialista busca compreender como esses fenômenos se constituem, quais funções exercem dentro da dinâmica psíquica do atleta e de que maneira influenciam suas decisões, sua estabilidade emocional, sua relação com o rendimento e sua capacidade de sustentar o próprio projeto esportivo.
Existe, portanto, um método rigoroso de investigação dos fenômenos psíquicos, voltado à compreensão das condições concretas que possibilitam o surgimento de determinados impasses emocionais e padrões de funcionamento. O objetivo não é apenas controlar sintomas ou aumentar desempenho de forma superficial, mas compreender a singularidade daquele atleta, sua história, seus modos de relação e as estruturas emocionais que participam de sua experiência esportiva.
A intervenção do psicólogo busca favorecer maior clareza emocional, estabilidade afetiva, fortalecimento da capacidade de posicionamento diante das exigências do esporte e ampliação das possibilidades de ação do atleta em sua prática esportiva e em sua relação consigo mesmo. O trabalho clínico possibilita que o atleta compreenda de maneira mais profunda seus conflitos, reorganize sua relação com a performance e desenvolva formas mais conscientes, integradas e sustentáveis de conduzir sua trajetória esportiva.
Além do processo psicoterapêutico em consultório, o acompanhamento clínico pode incluir acompanhamento terapêutico em contextos específicos quando houver demandas que ultrapassem o espaço tradicional da sessão. Em determinadas situações, podem ser realizadas intervenções clínicas complementares, sessões emergenciais ou acompanhamentos voltados à mediação de crises, dificuldades relacionais, escolares, familiares ou situações concretas que exijam maior sustentação clínica fora do setting terapêutico convencional. Cada intervenção é avaliada de maneira rigorosa e singular, conforme as necessidades reais do atleta e as condições concretas envolvidas em cada caso. Importante destacar o trabalho interdiscliplinar realizado com outras áreas do conhecimento quando se faz necessário para viabilização do caso.
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A Psicologia Fenomenológica Existencialista investiga rigorosamente os fenômenos psicológicos a partir da situação concreta de cada pessoa. Ao invés de compreender o sofrimento psíquico apenas como um conjunto de sintomas isolados ou classificações abstratas, busca compreender como cada fenômeno psicológico se constitui dentro da história, das relações, das experiências e das condições concretas de vida de cada sujeito.
Inspirada na fenomenologia e no existencialismo de Jean-Paul Sartre, essa abordagem entende que emoções, angústias, conflitos, comportamentos e sofrimentos não surgem de maneira desconectada da vida da pessoa. Todo fenômeno psicológico possui uma forma de constituição, um contexto de aparecimento e uma função dentro da dinâmica existencial daquele sujeito.
O rigor científico da prática clínica dentro da abordagem da Psicologia Fenomenológica Existencialista está justamente em investigar essas condições de constituição. Existe um método clínico e um modelo rigoroso de investigação dos fenômenos psíquicos, que busca compreender como determinado sofrimento foi sendo estruturado ao longo da existência do sujeito, em quais relações se desenvolveu, quais significações assumiu e quais impasses passaram a organizar sua forma de existir.
A partir dessa investigação, torna-se possível realizar uma demarcação mais segura do fenômeno psicológico, compreendendo não apenas “o que” a pessoa sente, mas como aquele sofrimento aparece, em quais situações emerge, quais funções exerce e quais condições concretas sustentam sua permanência. Isso permite construir intervenções clínicas mais assertivas, éticas e fundamentadas para cada caso singular.
Nessa perspectiva, o sujeito não é reduzido a um diagnóstico fixo. Ele é compreendido como um ser humano em constante constituição, atravessado por relações, história, escolhas, limitações e possibilidades. Por isso, a psicologia fenomenológico-existencial busca compreender a singularidade concreta de cada existência antes de reduzir o sofrimento humano a explicações simplificadas ou generalizações abstratas.
O psicólogo Rodrigo Carvalho Gouveia Lizano (CRP 12/29246), especialista em Psicoterapia e Psicologia Clínica, é o responsável técnico pela Liberté Psicologia Clínica.
Sua atuação é fundamentada na Psicologia Fenomenológica Existencialista, orientando a verificação, compreensão e a intervenção em psicoterapia, desde situações emergenciais e reativas até questões mais estruturais relacionadas ao desenvolvimento e à constituição da personalidade.
Os atendimentos são realizados com adolescentes, adultos e Psicologia do Esporte, integrando empatia, escuta qualificada, cuidado e segurança metodológica científica para cuidar da sua saúde emocional.